Fiz. Faço. Farei.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Até para a semana!

O ano passado escrevi isto, em jeito de desabafo por esta época festiva ser tão chata. Prometi que, se tivesse ordenado, iria passar a Páscoa deste ano fora daqui e é isso mesmo que vai acontecer. Eu e o dito-cujo fazemos feriado amanhã [se a farmácia estivesse de serviço eu teria de ir trabalhar] e vamos gozar o fim-de-semana prolongado - não em 'uma qualquer praia desse mundo fora' mas nas praias ali da zona Oeste.
Quem é que tem dicas para me dar? Peniche, Caldas da Rainha, Bombarral, Nazaré, Óbidos... Quem já passou por estes locais e me quer dizer o que não devo mesmo perder, onde devo comer sem me arrepender, o que é de visita obrigatória, tudo o que quiserem? Vá lá, eu agradeço do fundo do coração.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

nós-a-dias

Esta coisa de viver com o namorado é muuuuitaa lindo, é muuuuitaa bom, é tudo. Mas depois temos de passar a ferro...


quarta-feira, 5 de abril de 2017

arre gaita!

Às vezes parece que os santos e padroeiros da cozinha estão todos contra mim. Se calhar foi porque não lhes rezei antes de pôr a quiche ao forno. E quando as coisas são para sair de casa, para comer com outras pessoas em casa de outras pessoas é quando parece que tudo corre pior. Que nervos! Já dei tantas voltas à dita que ou vou ser exageradamente elogiada ou vamos todos parar ao hospital!!!

quinta-feira, 30 de março de 2017

Coisas pelas quais sou doida #5

A M E N D O I N S. E outras miudezas que sirvam de petisco, salgadas de preferência.
Esta coisa de gostar de snacks faz com que, todos os dias à noite, me assole uma vontadinha de roer qualquer coisa. Tenho sempre amendoins salgados em casa. Ou cajus. Ou milho frito. Ou misturas disto tudo. E só não tenho pistáchios porque são caríssimos.
Eu sei que tudo isto é extremamente calórico, que é rico em porcarias, que o sal é usado em abuso... mas isso não faz de mim pior pessoa do que alguém que todos os dias come doces e ainda vai ratar a tablete de chocolate antes de ir para a cama, pois não?

quarta-feira, 29 de março de 2017

histórias de uma estagiária #5


Há coisas que se passam na farmácia que eu, confesso, não percebo:

1. Porque é que as pessoas vão ter connosco supostamente para pedir conselhos [já que o profissional de saúde somos nós] e depois insistem na sua ideia inicial ou querem, à força toda, levar o produto que alguém (?) recomendou ou que viram na TV ou que simplesmente acham ser o melhor para elas? Porque é que diagnosticam cenas a elas próprias ou aos filhos, aos pais, à vizinha do 2º esquerdo e querem comprar o medicamento que elas mesmas "prescrevem"? Porque é que vão solicitar a nossa opinião para no fim quererem ter razão? Se eles é que sabem...

2. Porque é que eu estou ao balcão, sozinha à espera que a pessoa se aproxime de mim, NÃO ESTÁ MAIS NINGUÉM AO BALCÃO E NÃO HÁ MAIS COLEGAS A ATENDER e a pessoa vai para um outro qualquer balcão vazio, saca das receitas e começa a pedir??? Uma pessoa vê isto suceder todos os dias, não só comigo mas com todas as colegas, e pensa que esta gente não tem noção. Às vezes ainda tento que a pessoa se dirija a mim, ao meu balcão, mas nisto já está ela a ocupar uma bancada vazia, as tralhas todas lá em cima e a falar diagonalmente, obrigando-me a sair do sítio e a ir ter com ela se não queremos passar por malucas. Por acaso as pessoas no Continente vão para as caixas vazias à espera que a funcionária venha ter com elas fazer-lhes a conta?

3. Porque é que algumas pessoas chegam à farmácia e se vão especar entre os balcões onde, por acaso, estão outras pessoas a ser atendidas? Não sabem esperar um bocadinho atrás, só naquela de não estar ali em cima de quem está a conversar connosco, muitas vezes casos mais sensíveis ou de cariz privado? Nããããão. Mal entram vão logo marcar lugar na linha da frente, não vamos nós esquecermo-nos que elas ali estão. É uma falta de respeito tamanha. E vê-se este comportamento por parte de novos, de velhos, de letrados e de analfabetos, de ricos e de pobres. Males de quem não foi educado.

sábado, 25 de março de 2017

viver junto é isto.

Ligar ao dito-cujo e pedir que se deixe estar no café com os colegas porque eu ando a fazer limpeza e não quero que ele chegue a casa sem eu ter tudo limpo e arrumado.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Coisas boas da televisão

Vocês já sabem que eu adoro cozinhar. E como não podia deixar de ser, também gosto imenso de ver programas de culinária e de gastronomia.
Desde que tenho o 24 Kitchen em casa que o meu passatempo é ver os programas que por lá passam. Há dois que são particularmente especiais e cujas apresentadoras são mulheres que me inspiram muito.


Por um lado temos a Filipa Gomes, uma moça com um estilo pin-up e muito simpática. Tem receitas variadas, das mais tradicionais às mais radicais, passando por pratos de outros países e de várias zonas de Portugal. Gosto dela pelo ar 'despreocupado' com que faz as comidas, do género "esta receita leva morangos mas podem optar por pêssego, maçã ou que vocês bem entenderem!". Ela é jovem, é fresca, dá ideias brutais e muitos conselhos. Já fiz várias receitas dela e a próxima, que estou desejosa de fazer, é a de amêijoas à Bolhão Pato. Nhaaaam.


A Cátia Goarmon, mais conhecida como Tia Cátia, apresenta os seus segredos tanto na cozinha como no atelier. Este pormenor dela se dedicar aos trabalhos manuais e conjugar isso com um programa de culinária é que me faz o coração palpitar. A Cátia é assim a mulher que eu gostaria de ser quando for grande. Cozinha e faz trabalhos DIY, decorações e arranjos, uma delícia. Além de fazer as receitas propriamente ditas, é muito criativa, muito original, dando sempre um toque pessoal e um cunho próprio a cada prato que elabora.

Estes dois programas são o meu pequeno vício quase diário. Elas deixam-me com imensa vontade de fazer as comidas, de obter aqueles pratos deliciosos e aguçam ainda mais em mim a vontade de me dedicar à cozinha em full time. Assim na loucura, eu também gostava de ter o meu programa de culinária, o meu livro de receitas, dar workshops, abrir um restaurante e servir às pessoas todo o amor que tenho pela cozinha.

quarta-feira, 22 de março de 2017

histórias de uma estagiária #4

Famosos que eu já atendi ao balcão da farmácia:

Naide Gomes

 José Cid

João Didelet

Voos baratos para quem não tem férias

Estas promoções flash das companhias low cost são muito boas - para quem as pode aproveitar. Mas quem é a pessoa que trabalha que pode marcar assim uma viagem sem pedir férias ao patrão? Sem saber se pode folgar naqueles dias? No meu caso, em que os horários me são facultados a cada 2 meses, como saber quais os dias que tenho livres? Nem sequer posso aproveitar os fins-de-semana prolongados porque não sei se estou a trabalhar ou não. Esta era uma boa altura para marcar uns dias para ir a Madrid visitar a minha malta do Erasmus. Mas lá está, se vou pedir dias ao patrão e fico à espera da resposta, perco as promoções. Se marco já o voo corro o risco de ele me recusar os dias de folga e eu fico em terra e sem o dinheiro. Ora bolas!